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Projeto Medida Justa começa nesta segunda-feira em Goiás

O projeto Medida Justa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) será iniciado nesta segunda-feira (19/7), em Goiânia (GO). O lançamento ocorre às 13h, no Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) com a presença do presidente do tribunal, desembargador Paulo Teles, e do juiz auxiliar do CNJ Reinaldo Cintra Torres de Carvalho. Goiás é o primeiro estado a receber o projeto, que se estenderá por 10 dias. O Medida Justa busca desvincular a área da infância e juventude dos mutirões carcerários, com o objetivo de elaborar um trabalho mais específico de atenção aos adolescentes.
O projeto deve percorrer todos os estados do país, além do Distrito Federal. A intenção é realizar  diagnóstico das medidas socioeducativas de internação em cada unidade da federação, para conhecer a realidade nacional e, a partir do diagnóstico, programar cursos de capacitação específicos para cada região do país. Esse  diagnóstico será realizado por equipes multidisciplinares, compostas por magistrados, assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, promotores de justiça, defensores públicos, advogados e serventuários da justiça, em parceria com as Varas da Infância e da Juventude.
Os grupos de trabalho são formados por profissionais de vários estados. A proposta é que se monte entre seis a 10 equipes para execução do projeto em todos os estados até o final deste ano. Em Goiás, equipes de São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte visitarão nove unidades de internação e reabilitação de jovens espalhadas pelo estado, que atendem a 232 menores em conflito com a Lei. Durante os 10 dias em que permanecerão em Goiás, as equipes, amparadas por juízes goianos que lidam com a área da infância e juventude em todo o estado, visitarão os centros de internação e atendimento socioeducativo em Goiânia, Luziânia, Itumbiara, Formosa, Jataí, Anápolis e Porangatu.
EN/MM
Agência CNJ de Notícias

CNJ irá definir regras para a divulgação de informações processuais na internet

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) receberá em junho uma proposta de resolução para regulamentar a divulgação de informações sobre processos judiciais na internet. O objetivo é definir quais informações relativas ao processo poderão ser disponibilizadas na rede. O texto contempla as sugestões encaminhadas por tribunais, juízes, entidades de classe e pelo CNJ. A expectativa é a de seja concluído no final de junho.
No dia 12/05, o Grupo de Trabalho do CNJ, responsável pela elaboração do documento, se reuniu na sede do Conselho em Brasília para finalizar a proposta. Após ser aprovada em plenário, a proposta será novamente submetida à consulta pública no site do CNJ.

CNJ institui Fórum Nacional do Judiciário para a solução de conflitos na saúde pública

Por unanimidade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta terça-feira (06), durante a 102ª Sessão Plenária, resolução que institui o Fórum Nacional do Judiciário para o monitoramento e a solução de demandas relativas à assistência à saúde. A proposta, relatada pelo conselheiro Milton Nobre, atribui ao fórum a responsabilidade de elaborar estudos e propor medidas e normas para o aperfeiçoamento de procedimentos e a prevenção de novos conflitos na área da saúde, como aqueles relacionados ao fornecimento de serviços e medicamentos na rede pública.
A criação do fórum demonstra a preocupação do CNJ com o elevado número de demandas judiciais nesse segmento, processo também conhecido como "judicialização da saúde". A questão levou o Supremo Tribunal Federal (STF) a realizar, em abril e maio do ano passado, uma grande audiência pública em que foram ouvidos especialistas, gestores, magistrados e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
"Este é o espaço apropriado para que o Conselho Nacional de Justiça - com a contribuição de autoridades do governo, especialistas e da sociedade civil - possa acompanhar o desenvolvimento dos assuntos pertinentes à política pública de saúde", explicou o conselheiro Milton Nobre. "Trata-se de uma questão de autêntico interesse do Estado e está relacionada a um direito público fundamental", completou o relator.
De acordo com o Ministério da Saúde, os gastos do órgão só com a compra de medicamentos por determinação judicial vêm aumentando consideravelmente no decorrer dos anos. Segundo o MS, foram gastos R$ 2,4 milhões, em 2005; R$ 7,6 milhões, em 2006; R$ 17,3 milhões, em 2007; e R$ 52 milhões, em 2008.
O Fórum Nacional do Judiciário é resultado da atuação de um grupo de trabalho - criado pelo CNJ após a audiência pública promovida pelo STF - que buscou encontrar saídas que não só reduzam os conflitos, mas que deem aos magistrados terem melhores condições para se posicionar nas ações judiciais. No último dia 31, o ministro Gilmar Mendes determinou o envio, para todos os tribunais de Justiça do país, da Recomendação 31 do CNJ, que contém orientações que poderão auxiliar os juízes nas decisões relativas à prestação de serviços de saúde.
Uma das recomendações é a celebração de convênios, até o final deste ano, para o apoio técnico de médicos e farmacêuticos quando os magistrados precisarem decidir sobre ações judiciais relativas à prestação de saúde. Outra sugestão é que os juízes evitem autorizar o fornecimento de medicamentos não registrados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou que estejam em fase experimental.
A recomendação do CNJ também orienta os magistrados a instruírem as ações, sempre que possível, com relatórios médicos e informações técnicas sobre a doença relatada e o serviço ou produto demandados. Recomenda, ainda, que a escolas Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho (Enamat) e de Magistratura Federais e Estaduais incorporem o Direito Sanitário nos programas dos cursos de formação, vitaliciamento e aperfeiçoamento de magistrados.
Fonte: Agência CNJ




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