Siga-nos no blogdelivia e “retwitte” esta mensagem para concorrer a dois exemplares do Livro JORNALISMO E ESPETÁCULO do professor, mestre e doutorando Luciano Correia.
O sorteio será realizado no dia 31/05/2010. Dê quantos RTs quiser.


Saiba mais sobre a obra:

 É um novo Luciano, até então pouco conhecido, que surge nas páginas do livro. Os que estavam acostumados apenas com a leveza do seu texto jornalístico, muitas vezes lírico, se surpreenderam com a sua capacidade de produzir um bom texto acadêmico. São seis artigos que tratam da teoria comunicacional; do impeachment de Fernando Collor de Melo; da edição do mundo pela TV; das relações entre Jornalismo e História; da notícia espetáculo; e da TV a cabo. O objeto que articula o conjunto de textos é a legitimação do jornalismo sob a lógica da sociedade do espetáculo. Sob a sua ótica, o foco central da discussão deve gravitar em torno de um jornalismo cada vez menos serviço público, como jornalismo possível no mundo do espetáculo e do sensacionalismo.

JORNALISMO E ESPETÁCULO – O mundo na vida dos canais midiáticos, de Luciano Correia, é livro bom, a cercar o seu autor das considerações devidas, por se tornar o primeiro jornalista sergipano a lançar ensaios desse nível. A sua leitura me fez lembrar os risos do passado, na invocação da frase que tanto incomodou a ilustre candidata ao Governo do Estado. O importante é que, com o livro, Luciano Correia não só se firma como o jornalista irônico, independentemente e observador, que sabe fazer uso da palavra na sua junção ao texto, como ocupa espaço como ensaísta de temas bem captados pela sua aguda percepção política. D. Afra deve ter se acostumado a condição de jornalista do filho, e, João Correia, bem, pode considerar que livro de 118 páginas é curto. Mas, isso é problema de família.


Ele trata de TV local, como por exemplo, a TV a cabo, os canais a cabo. É um olhar que ele lança sobre os tipos diferentes de fazer televisão e chamando a atenção para certos fatos que são da origem e das expectativas, comprometimento, todas as direções que a mídia tem no sentido de fazer o que eu chamo de ‘opinião pública de adesão’, diferentemente de ‘opinião pública de compreensão’, que possa mudar a sociedade pelo seu entendimento periférico à compreender o que acontece.


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